itália

Naquele tempo, Pixinguinha

Naquele tempo é uma música boa de se tocar. Digo mais, é uma dessas músicas que vão insistentemente até a orelha do músico e lhe sussurram: “vamos, toque-me” : ), e acaba nos sendo impossível ignorar tal convite. Filippo Gambetta é grande amigo e grande músico italiano, um maestro do “organetto” – uma sanfona diatônica típica da música popular da Itália. Eita instrumento complexo! Você abre o fole, sai uma nota; você fecha, sai outra. Uma encrenca danada; mas Filippo o domina como poucos. Filippo Gambetta, organetto Marco Ruviaro, bandolim 10 cordas Esta é a primeira colaboração entre os Estúdios…

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Caminando, Atahualpa Yupanqui

Ampliando os horizontes sempre, fugindo um pouco do choro mas nem tanto assim, cá estamos eu e meu camarada Esteban Pavez com uma belíssima música de Atahualpa Yupanqui, um dos maiores nomes da música argentina. Canhoto como eu, Atahualpa também tocava o violão “do outro lado” : ) Já havia tempos que eu queria gravar uma Zamba, um tradicional ritmo do interior argentino (escusado dizer que, para além do nome, a Zamba nada tem a ver com o nosso Samba!). Eis que surge o Esteban que me ensina esta pérola do mestre Atahualpa e… voilà — era a música certa…

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Choro de Rua, La Casa Maloca

Choro de Rua, La Casa Maloca

«Il tramonto che riveste l’Arno di un manto setoso ed estivo, le Alpi Apuane curiose, affacciate per ascoltare lo squisito concerto dei Choro da Rua, cosa chiedere di più? » Choro de Rua ha sempre la fortuna di suonare per delle persone bellissime in dei posti bellissimi. Grazie, La Casa Maloca, per il bellissimo concerto da voi, il 27 giugno 2021. Per il concerto, per l’accoglienza, per l’amicizia. E per la roda de choro strapiena di gente dopo il concerto!

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Menina, amanhã de manhã – Tom Zé

Uma belíssima canção do compositor Tom Zé, escrita em 1972, que fala veladamente da ditadura militar (1964-1985). Choro de Rua convida Tatiana Valle para uma versão fresca e genuina a duas vozes de Menina, amanhã de manhã, canção em que emerge um Brasil que muitos não conhecem bem, uma raiz imersa na terra, densa e preciosa. Boa audição e boa reflexão! Tatiana Valle – voz Barbara Piperno – voz e flauta Marco Ruviaro – violão 7 cordas

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Tua imagem, Canhoto da Paraíba

Canhoto da Paraíba foi um gênio das cordas. Tocando ao contrário, com as cordas “ao avesso”, ele fazia o violão soar como ninguém — peculiaridade que não compromete em nada a sua genialidade musical; muito pelo contrário, exalta-a. A vasta obra musical de Canhoto da Paraíba extrapola o universo violonístico. Tua imagem, um choro-canção originalmente instrumental, recebe aqui uma bela poesia do Yure Romão, músico brasileiro radicado em Paris que tive o privilégio de conhecer há alguns anos nas rodas de choro parisienses. Yure Romão, voz e violão Marco Ruviaro, bandolim Nem precisa dizer que o vídeo fora gravado nos…

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Acerta o passo, Pixinguinha

Obra-prima de Pixinguinha, uma bela polca chamada Acerta o passo – é preciso estar atento para, justamente, não perder o passo. Gravada nos Estúdios Chorísticos Irineu de Almeida (Bolonha, Itália), em janeiro de 2019, em ocasião da visita do violonista José Vicente a Bolonha. Rodas de choro, gravações, boa música. Marco Ruviaro, bandolim José Vicente Miranda, violão 7 cordas Essa polca-choro é bastante tradicional como estrutura, tonalidades, modulações etc. Porém, é uma pérola de composição sob qualquer aspecto: fluência melódica, surpresas harmônicas, contraste entre as diversas partes, enfim, uma obra-prima. Mais uma de Pixinguinha.

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Descendo a serra, Pixinguinha

Confirmado: pra descer, todo santo ajuda! Especialmente se for ladeira abaixo com esse fantástico maxixe do Pixinguinha, Descendo a serra! Nós do Choro de Rua aproveitamos a passagem pela Itália do Carlos Cesar, mestre dos batuques, vindo diretamente d’O Porto! Assistam e aproveitem para se inscrever no canal 😃 ah, e não deixem de ver o vídeo até o fim, pois rola uma espécie de ijexá que saiu sem querer no A derradeiro. Barbara Piperno, flauta Marco Ruviaro, violão 7 cordas Carlos Cesar, pandeiro

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Pranto de poeta, Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito

Quem nunca ouviu falar em Mangueira, bom sujeito não é : ) morro, escola de samba, bairro, estação de trem, berço de grandes nomes do samba, o nome Mangueira é recorrentemente homenageado no repertório do samba por mestres como Cartola, Carlos Cachaça, Nelson Cavaquinho e outros. A parceria Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito rendeu algumas pérolas que entraram para a história do samba; uma delas é Pranto de Poeta, uma homenagem à Mangueira e seus artistas. Os sambas do mestre Nelson caem sempre bem na voz do grande amigo e músico Rogerio Tavares, potiguar radicado em Bolonha! Para completar…

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