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	<title>Marco Ruviaro</title>
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	<description>violonista &#124; bandolinista &#124; copista musical</description>
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		<title>Noches madrileñas…</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 02:29:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que a Espanha tem a ver com a música instrumental brasileira, especificamente com o Choro? Existiriam bandolins e violões 7 cordas perambulando pela extrovertida noite madrilenha assim, sem mais pudores? Como se explicaria este fenômeno? Quem estaria por trás disso? www.youtube.com/watch?v=exOk5-fC5vg Um vídeo talvez seja a chave para que elucidemos tão profundas questões. Um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que a Espanha tem a ver com a música instrumental brasileira, especificamente com o Choro? Existiriam bandolins e violões 7 cordas perambulando pela extrovertida noite madrilenha assim, sem mais pudores? Como se explicaria este fenômeno? Quem estaria por trás disso?</p>
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</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=exOk5-fC5vg&fmt=18">www.youtube.com/watch?v=exOk5-fC5vg</a></p></p>
<p>Um vídeo talvez seja a chave para que elucidemos tão profundas questões. Um vídeo, um detalhe, um momento. Certa feita, meados de novembro de 2009, eu encontrava em um palco de Madrid meu grande amigo <strong>Fernando de la Rúa</strong>. Violonista brasileiro de Itapeva, Fernando está em terras espanholas já há vários anos.</p>
<p>Às altas noites madrilenhas, relembrávamos as noites cariocas, aquelas mesmas imortalizadas por Jacob do Bandolim.</p>
<p>Quando nos conhecemos, em 2007, o Fernando já trilhava o inusitado percurso do <strong>violão 7 cordas flamenco</strong> (sim, é isso mesmo que você está lendo). E, não por acaso, este é o ingrediente o mais legal do tocar com o Fernando — ele consegue associar a excelência da técnica flamenca ao violão chorão brasileiro de uma forma tal que as duas coisas parecem naturalmente coerentes, funcionam, se encaixam. Soam.</p>
<div id="attachment_489" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img src="http://www.marcoruviaro.com/wp-content/uploads/2010/08/fernando_de_la_rua.jpg" alt="Fernando, um autêntico chorão flamenco" title="Fernando, um autêntico chorão flamenco" width="400" class="size-full wp-image-489" /><p class="wp-caption-text">Fernando, um autêntico chorão flamenco</p></div>
<p>O que ele faz é incontestavelmente Choro, mas tocado com um vocabulário musical alimentado por outras ramas. Imaginemos um autêntico chorão que tivesse crescido às margens do Guadalquivir; sua essência musical provavelmente seria também qualquer coisa nessa linha.</p>
<p>Enfim, naquela noite registramos Noites Cariocas de uma forma acústica, íntima, imprevisível. As lembranças daquela noite ainda são sentidas no ar por quem quer que caminhe pelas <em>calles</em> de Madrid, e ainda não se conhecem bem todas os efeitos que aquele concerto provocou à Espanha, à sociedade espanhola como um todo. Fato mais notável é que, poucos meses depois, a Fúria viria a ganhar seu primeiro mundial de futebol. Coincidência?</p>
<p>E o mais importante: o duo <strong>Fernando de la Rúa</strong> e <strong>Marco Ruviaro</strong>, que por ora se auto-denomina <strong>Duo Baguá</strong>, vai se apresentar no dia <strong>30 de Setembro de 2010</strong> em Madrid!</p>
<p>¡No os lo perdáis!</p>
<p>E para concluir, antes que alguém se dê ao trabalho de me perguntar… não, o Fernando de la Rúa violonista não tem nada a ver com seu homônimo argentino, que outrora fora presidente dos nossos hermanos do sul…</p>
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		<title>Roda de Choro Internacional, 11 e 12 de setembro</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 09:36:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Agora que o calor pior passou, o Clube do Choro de Torino retoma a todo vapor as Rodas de Choro que vimos organizando sistematicamente. Aliás, Torino vem se firmando como um dos grandes do Choro na Europa, fato que, creio já será de conhecimento de todos a esta altura do campeonato. A grande expectativa está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agora que o calor pior passou, <strong>o Clube do Choro de Torino</strong> retoma a todo vapor as Rodas de Choro que vimos organizando sistematicamente. Aliás, Torino vem se firmando como um dos grandes do Choro na Europa, fato que, creio já será de conhecimento de todos a esta altura do campeonato.</p>
<div id="attachment_533" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img src="http://www.marcoruviaro.com/wp-content/uploads/2010/09/roda_de_choro_setembro_2010.jpg" alt="Roda de Choro de Setembro de 2010" title="Roda de Choro de Setembro de 2010" width="400"  class="size-full wp-image-533" /><p class="wp-caption-text">Roda de Choro de Setembro de 2010</p></div>
<p>A grande expectativa está por conta da estréia mundial dos cavaquinhos novos de Roberto Gvidvs e Luigi Gentile (este último mais conhecido por Javali do Cavaco). Em recente viagem das históricas naus <strong>Santa María</strong>, <strong>Pinta</strong> e <strong>Niña</strong>, em meio às tradicionais especiarias trazidas da Índia, foram trazidos no compartimento de bagagens dois cavaquinhos provenientes do Brasil (um construído pelo luthier Manoel Andrade, outro pelo luthier Araújo). Tal desvio de rota, provocado pelo intrépido navegador <strong>Cristóvão Ruviaro Colombo</strong>, resta ainda inexplicado junto à Corte Espanhola.</p>
<div id="attachment_515" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img src="http://www.marcoruviaro.com/wp-content/uploads/2010/08/cavaco_faia.jpg" alt="Cavacos novos dão um ‘plus’ no Choro em território italiano" title="Cavacos novos dão um ‘plus’ no Choro em território italiano" class="size-full wp-image-515" /><p class="wp-caption-text">Cavacos novos dão um ‘plus’ no Choro em território italiano</p></div>
<p>Mas enfim, as próxima Rodas programadas pelo Clube do Choro acontecerão nos dias 11 e 12 de Setembro de 2010 — uma juntura entre um sábado e um domingo. No sábado, dia 11, a Roda acontecerá na Officine Bohemien (via dei Mercanti, 19), um aconchegante espaço no centro de Torino, a partir das 19h30min.</p>
<p>Já para a Roda do domingo dia 12, o local escolhido é a já mundialmente famosa <strong>Praça Pixinguinha</strong>, um local de fulgurante beleza que, se não fosse pela extraordinária visão urbanística de Napoleão, ainda seria uma fortificação militar nos tempos de hoje em dia.</p>
<p>Uma quantidade avassaladora de músicos já confirmou presença. Assim como Denis e Charlotte, chorões parisienses, tantos outros mais provenientes dos mais remotos rincões da Europa já estão com os instrumentos afinados a ponto de bala para mais esta Roda Internacional do Clube do Choro de Torino.</p>
<p>Convites formais já foram entregues também ao Príncipe Charles, ao Rei Juan Carlos e ao Rei Roberto Carlos; a realeza toda promete vir em peso. Além dos déspotas, são esperados ainda o sanguinário ditador do Zimbábue, Renée Mbatonga, e o célebre Canela, sanguinário zagueiro do XV de Jaú na década de 60.</p>
<p>Você não sabe como chegar nem à Praça Pixinguinha, nem à Officine Bohemien, nem a Torino, nem mesmo à Itália? Ora pois, não é o caso de desesperar-se, basta contatar-me pelo telefone +39 389.193.1335!</p>
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		<title>Praça Pixinguinha, 19 de Junho de 2010</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 09:41:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E mais uma vez o Clube do Choro de Torino arregaça as mangas e organiza mais uma grande Roda de Choro, dando início a uma série de encontros chorísticos pela Europa. Sim, pois essa Roda do dia 19 de Junho de 2010 em Torino será apenas o começo de um meio sem fim, servindo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E mais uma vez o Clube do Choro de Torino arregaça as mangas e organiza mais uma grande Roda de Choro, dando início a uma série de encontros chorísticos pela Europa. Sim, pois essa Roda do dia 19 de Junho de 2010 em Torino será apenas o começo de um meio sem fim, servindo de abre-alas<span id="more-358"></span> para a <a href="http://www.marcoruviaro.com/?p=325">Odisséia do Choro</a> que tomará forma já dois dias depois em Paris, e que por sua vez servirá de elemento catalisador para o XIIVL Encontro Gaulês de Chorões que acontecerá no sul da França em Julho, coisa e tal.</p>
<div id="attachment_357" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img src="http://www.marcoruviaro.com/wp-content/uploads/2010/06/DSC03553.jpg" alt="Praça Pixinguinha, palco de antológicos duelos musicais ao pôr-do-sol" title="Praça Pixinguinha, palco de antológicos duelos musicais ao pôr-do-sol" class="size-full wp-image-357" /><p class="wp-caption-text">Praça Pixinguinha, palco de antológicos duelos musicais ao pôr-do-sol</p></div>
<p>Mas, para não perder o fio da meada, pensemos no dia 19: essa Roda de Choro promete. O Clube do Choro de Torino está aguardando músicos de outras cidades da Itália, o que conferirá um caráter intranacionalizante jamais dantes especulado.</p>
<p>Contando com o sol, com um dia agradável, com o céu desnuvolado, com uma brisa fresca proveniente da frontada sul dos Alpes, vamos nos reunir na <strong>Praça Pixinguinha</strong>… ora, mas essa praça todos já conhecem; é aquele tradicional ponto de encontro de chorões de toda a Europa, palco de inúmeras Rodas de Choro desde que o Clube foi fundado, no final de 2007.</p>
<div id="attachment_391" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img src="http://www.marcoruviaro.com/wp-content/uploads/2010/06/roda_de_choro_pixinguinha.jpg" alt="Roda de Choro na Praça Pixinguinha" title="Roda de Choro na Praça Pixinguinha" class="size-full wp-image-391" /><p class="wp-caption-text">Roda de Choro na Praça Pixinguinha</p></div>
<p>Ah, a praça Pixinguinha, oásis natural em meio à folha urbana turinesa, onde os grilos pululam contentes sobre a relva verde, no mesmo instante em que uma alcatéia disputa vorazmente com uma matilha o escasso alimento disponível, enquanto os colibris avoaçam em bandos e entrelaçam os galhos desta e daquela árvore em uma infrutífera tentativa de escapar da revoada de corvos famintos que lhes impõe estreito cerco… ao som, claro, de uma boa Roda de Choro… tantos fenômenos do gênero poderiam ser contemplados somente em uma praça assaz peculiar e multiplicitosa, como o é a Pixinguinha.</p>
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		<title>Odisséia parisiense de Choro</title>
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		<pubDate>Sat, 29 May 2010 17:25:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sob as rédeas do mundialmente conhecido ativista chorológico Denis 7 Cordas, toma forma uma programação de Choro em Paris de causar desarranjos intestinais mesmo aos mais reputados produtores artísticos que, por tantas vezes, perdem seu tempo com balelas comercialescas cujo nível musical chafurda próximo a índices muito aquém do zero absoluto. A série de eventos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sob as rédeas do mundialmente conhecido ativista chorológico Denis 7 Cordas, toma forma uma programação de Choro em Paris de causar desarranjos intestinais mesmo aos mais reputados produtores artísticos que, por tantas vezes, perdem seu tempo com balelas comercialescas cujo nível musical chafurda próximo a índices muito aquém do zero absoluto<span id="more-325"></span>. A série de eventos de Choro começa no dia 21 de Junho de 2010, e vai diária e ininterruptamente até o final do mês.</p>
<p>Na minha modesta opinião, estamos diante de uma verdadeira odisséia do Choro. Um pouco de tudo, haverá. Desde uma caça ao javali pelas ruas de Paris, passando por oficinas de pandeiro e bandolim, até concertos e rodas de choro (óbvio ululante). Tudo sem hora para terminar, como não poderia deixar de ser qualquer esquema chorístico de verdade. E claro, as atividades são abertas à participação de qualquer pessoa interessada. Nada de restrições, fronteiras, limites, cercas, fiscais, telecâmeras; o Choro é livre por natureza.</p>
<p>Vários músicos têm presença confirmada em todas atividades. Eu inclusive, naturalmente. Teremos por companheiros alguns de meus maiores amigos chorões europeus, e gostaria de citar alguns, somente para efeitos didáticos.</p>
<div id="attachment_368" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img src="http://www.marcoruviaro.com/wp-content/uploads/2010/05/PC300061.jpg" alt="Choro é Choro, não importa a iluminação do boteco" title="Choro é Choro, não importa a iluminação do boteco"  class="size-full wp-image-368" /><p class="wp-caption-text">Choro é Choro, não importa a iluminação do boteco</p></div>
<p>Um deles é o <strong>Denis</strong> (obviamente), que, depois de Obelix e Charles Aznavour, é a pessoa mais carismática de toda a Gália. Conhecemo-nos já há muito tempo, e desde então a nossa amizade vem se tornando cada vez mais longeva — o que pode nos aproximar, por um lado, mas por outro pode fazer com que futuramente um não consiga mais olhar pra cara do outro. O que não seria um problema, porque Choro também pode ser tocado de olhos fechados, se for o caso.</p>
<p>Outra figura que terei o prazer de rever é o pandeirista e cantor <strong>Yesser</strong>, que com seu inconfundível chapéu-coco nos faz relembrar os tempos idos de boemia que não pudemos conhecer, pelo simples fato de que não tínhamos nascido ainda. Sempre que o vejo tenho uma nostálgica sensação de estar relembrando uma infinidade de coisas que de fato nunca esqueci, porque nunca soube.</p>
<p>Nessa maratona do Choro parisiense vou reencontrar ainda o pontual violonista 7 cordas <strong>Fabrizio</strong>, que desta vez promete chegar mais cedo do que todo mundo. Não se trata bem de um reencontro porque nós nos vemos toda semana, afinal temos um duo e moramos mais ou menos na mesma cidade, mas não por isso deixará de ser um certo tipo de reencontro.</p>
<p>Por ali, às espreitas, entre um maxixe e outro, por detrás de uma polca, nos arredores do samba, terei a certeza de encontrar o flautista <strong>Leandro</strong>, que abandonou as praias catarinenses para tocar flauta às margens do Sena. Ele diz que por enquanto ainda não se arrependeu de sua escolha, mas essa conversinha mole não convence ninguém.</p>
<p>Eu tenho comigo que o personagem mais enfaticamente aguardado por toda Paris é, sem dúvida, <strong>Javali do Cavaco</strong>. Figura ainda incompreendida no cenário artístico italiano, com sua espantosa técnica monodátila que causaria espanto ao mais hábil samurai da Mongólia Interior, esse jovem, para não dizer moleque, para não dizer piá, divide seu tempo entre o oboé, o cavaquinho e a produção de discos de dance music. Um desses elementos deverá ser forçosamente expelido de sua vida em breve, e no meio chorão já corre à socapa qual será.</p>
<p>Para finalizar a lista de presenças chorísticas no grande intensivo de Choro que o Bando do Chorão está organizando, eu acho importante mencionar o também meu camarada <strong>Marco</strong>, companheiro de bandolim desde que me conheço por gente. Palhetada similar, mesmo fraseado, escolhas tímbricas idênticas… até a cor dos olhos é a mesma, um verde intenso, reflexivo, introspectivo, o que nos confere um olhar artístico cúmplice. De tão semelhantes, hoje em dia nós dois quase nos consideramos a mesma pessoa.</p>
<p>A programação completa da Odisséia do Choro em Paris, com todos os horários e endereços, está amplamente clarificada no site do <a href="http://bando.do.chorao.free.fr/" target="_blank">Bando do Chorão</a>, acessível em centenas de idiomas — claro, para que ninguém se sinta excluído.</p>
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		<title>Oficina de Choro, Paris</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 09:05:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Paris é terra de muito Choro, e já não é de hoje. Um dos ícones do cenário chorístico francês é o gentilíssimo violonista Denis 7 Cordas, que há mais de sei lá quantas décadas vem dando uma enorme contribuição à divulgação da Música Brasileira tanto na margem direita quanto na margem esquerda do Sena. Uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Paris é terra de muito Choro, e já não é de hoje. Um dos ícones do cenário chorístico francês é o gentilíssimo violonista Denis 7 Cordas, que há mais de sei lá quantas décadas vem dando uma enorme contribuição à divulgação da Música Brasileira tanto na margem direita <span id="more-276"></span>quanto na margem esquerda do Sena.</p>
<p>Uma de suas mais recentes empreitadas, das quais tive o prazer de participar, é uma Oficina semanal de Choro. São verdadeiras aulas temáticas sobre música instrumental brasileira, seguidas de uma boa Roda de Choro, claro. Com esse projeto, o incansável Denis proporciona uma oportunidade interessantíssima para quem quiser mergulhar no assunto Choro, aprofundar-se, talvez afundar-se e afogar-se, ou então somente nadar um pouco sobre as águas cristalinas da música instrumental brasileira. A única coisa certa é: com essas Oficinas de alto teor didático do Denis, ninguém fica boiando.</p>
<div id="attachment_279" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img src="http://www.marcoruviaro.com/wp-content/uploads/2010/04/roda_fleurus.jpg" alt="O choro em Paris rola solto, e já não é de hoje" title="O choro em Paris rola solto, e já não é de hoje" class="size-full wp-image-279" /><p class="wp-caption-text">O choro em Paris rola solto, e já não é de hoje</p></div>
<p>Convidado pelo Bando do Chorão, no dia 27 de Abril de 2010, dei minha colaboração à Oficina, aproveitando minha estada em Paris neste então. Falei sobre a interpretação no Choro — tentando, claro, não me limitar ao bandolim, mas abordando o papel do solista enquanto agente potencializador da práxis interpretativa direcionadora da psique. Ou qualquer coisa nessa linha.</p>
<p>Foi muito interessante porque os participantes eram todos músicos com um bom conhecimento da linguagem do Choro, em grande parte graças ao já mencionado trabalho intensivo do Denis no tocante à formação de chorões na França. Em linhas gerais, eu fiz o seguinte:</p>
<p>— dei minha opinião sobre as diferenças entre variação e improvisação dentro do contexto chorístico;<br />
— expliquei as formas musicais do Choro, e os pontos que tradicionalmente comportam variações e improvisos;<br />
— insisti bastante na importância do constante bom-humor, da ironia sutil, da liberdade interpretativa e da naturalidade, que ao meu ver é o que caracteriza o estilo chorado de execução;<br />
— por fim, busquei demonstrar de modo prático alguns caminhos básicos para uma interpretação boa e consistente, que entre tantas coisas, incluem o conhecimento da harmonia da peça, das frases da melodia com seus pontos de apoio, seu desenho rítmico, além é claro de questões menos evidentes como motivos, frases e períodos, dinâmicas, contrastes tímbricos et cetera.</p>
<p>Acho que é desnecessário dizer que, depois de muito papo e debate, não poderia faltar uma boa Roda de Choro na sequência, e assim a coisa foi indo até sabe-se lá que horas! </p>
<p>Todo o esquema (Oficina e posterior Roda de Choro) acontece sempre às terças-feiras no Fleurus, a partir das 19:30, com entrada franca. Tantas informações mais podem ser encontradas no site do <a href="http://bando.do.chorao.free.fr/" target="_blank">Bando do Chorão</a>. Resumindo… só não vem quem não quiser.</p>
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		<title>Diqs de Lutéciq</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 09:01:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estou em Pqris neste finql de qbril. Estou tocqndo Choro todos os diqs com os chorões qqui, um pessoql muito qnimqdo e interessqdo nq músicq brqsileirq de boq quqlidqde, e resumidqmente posso dizer que é umq experiênciq de muitos contrqstes e curiosidqdes. Fqlqndo nisso, q Frqnçq sempre me gerou muitq curiosidqde. Cqminhqndo pelos boulevqrds, noto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou em Pqris neste finql de qbril. Estou tocqndo Choro todos os diqs com os chorões qqui, um pessoql muito qnimqdo e interessqdo nq músicq brqsileirq de boq quqlidqde, e resumidqmente posso dizer que é umq experiênciq de muitos contrqstes e curiosidqdes<span id="more-313"></span>.</p>
<p>Fqlqndo nisso, q Frqnçq sempre me gerou muitq curiosidqde. Cqminhqndo pelos <em>boulevqrds</em>, noto que os pedestres frqnceses ignorqm os seus semáforos, como o fqriq quqlquer bom pqulistqno. Outrq coisq impressionqnte é o preço dos Kebqbs. Enquqnto nq Itáliq tqis iguqriqs árqbes são comidq econômicq, nq Frqnçq q reqlidqde é bem outrq.</p>
<p>Nestq minhq estqdq em Pqris, estou usqndo muito o metrô, e devo dizer que é muito emporcqlhqdo. Noutro diq um rqto cruzou-me o degrqu dq escqdq. Noutrq estqção, vi um emqrqnhqdo de fios elétricos que corriq pelo teto que não deixqvq nqdq q desejqr qos fqmosos “gqtos” dqs fqvelqs brqsileirqs, qbqndonqdqs pelo tão suspeito Sistemq Energético Nqcionql.</p>
<div id="attachment_316" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img src="http://www.marcoruviaro.com/wp-content/uploads/2010/04/IMGP0287.jpg" alt="Nq Lutéciq, qs folhqs possuem formqs curiosíssimqs" title="Nq Lutéciq, qs folhqs possuem formqs curiosíssimqs" class="size-full wp-image-316" /><p class="wp-caption-text">Nq Lutéciq, qs folhqs possuem formqs curiosíssimqs</p></div>
<p>Outrq coisq curiosqmente semelhqnte é o medo que nos dá q políciq frqncesq. Quqndo vejo uns <em>cqrqbinieri</em> nq Itáliq, tenho umq sensqção de indiferençq. Nq Frqnçq, qo contrário, bqstq ver um tipo quqlquer que pqreçq mqis ou menos fqrdqdo e me qcomete umq sensqcão de pqúrq como se eu estivesse prestes q ser cqpturqdo pelo Dops durqnte q tristemente célebre ditqturq militqr brqsileirq. E olhq que eu mql tinhq nqscido nqquelq épocq.</p>
<p>Mqs tqlvez qquilo que mqis me intrigq é o teclqdo frqncês. Sim, me refiro q esse do computqdor. Um monte de teclqs está completqmente forq de lugqr. É umq coisq inexplicável, que trqnsformq o simples qto de digitqr em umq torturq sem precedentes nq históriq dq humqnidqde. Qindq não consegui me qcostumqr que q letrq “Q” ficq no lugqr dq “Q”. Qindq tenho qlguns diqs em território lutécio, qté lá pode ser que eu me qcostume.</p>
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		<title>Fête du Choro à Paris…</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Apr 2010 08:10:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Choro não é feito de datas. Não é feito de comemorações, de eventos. O Choro é somente Música. Nem sabemos ao certo o ano em que nasceu o Pixinguinha, não sabemos o dia exato em que Dino começou a usar o violão 7 cordas… e, convenhamos, não importa. Entretanto, essa coisa de datas geralmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Choro não é feito de datas. Não é feito de comemorações, de eventos. O Choro é somente Música. Nem sabemos ao certo o ano em que nasceu o Pixinguinha, não sabemos o dia exato em que Dino começou a usar o violão 7 cordas… e, convenhamos, não importa. Entretanto, essa coisa de datas geralmente presta-se muito bem como desculpa<span id="more-266"></span> para uma boa Roda de Choro. Isto sim, importa.</p>
<p>Como é liquidamente sabido, dia 23 de Abril é o aniversário do Pixinguinha. Se ele nasceu em 1897 ou 1898, resta a dúvida. Nesse clima de imprecisão, o <a href="http://bando.do.chorao.free.fr/" target="_blank">Bando do Chorão</a> tomou a iniciativa de realizar uma Roda de Choro na mítica cidade de Paris, a mesma onde Pixinguinha esteve em turnê com seu antológico grupo “Os Oito Batutas” no começo dos anos 20 (talvez 1922… observe-se novamente que a data exata não importa muito).</p>
<p>Na verdade, tratou-se de um megaevento. A dita Roda de Choro foi precedida de três concertos <em>très bons</em>, com os grupos Brazz, Duo Noites Cariocas e Choro de Gafieira, todos caracteristicamente distintos, mas todos de forte apelo chorístico, exatamente como o Bando do Chorão.</p>
<p>Falando nele, eu nunca entendi muito bem o quê exatamente é o Bando do Chorão, se é um grupo, ou um conceito, se são várias pessoas, ou se é talvez uma organização ecológica sem fins lucrativos que defende os pandas órfãos da alta Normandia. Realmente não sei. Talvez o Bando do Chorão seja uma situação musical, traduzível iconograficamente em algo como um croissant recheado com Música Brasileira ao som de um violão 7 cordas.</p>
<div id="attachment_265" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img src="http://www.marcoruviaro.com/wp-content/uploads/2010/04/croissant.png" alt="Talvez o Bando do Chorão seja algo como um croissant" title="Talvez o Bando do Chorão seja algo como um croissant" class="size-full wp-image-265" /><p class="wp-caption-text">Talvez o Bando do Chorão seja algo como um croissant</p></div>
<p>O fato é que no dia 23 de Abril de 2010 eu tive a honra, e por quê não dizer?, o prazer de participar da grande Roda de Choro que ocupou as manchetes em Paris e de que andou-se falando alto pelas <em>boulangeries</em> da cidade luminosa. Precisamente no bar Le Fleurus (que fica no Boulevard Jourdan, 10… Paris, claro), nos davantes da fatídica Cité Universitaire, o Choro correu solto até nem deus sabe que horas.</p>
<p>Mas a questão não termina por aí: como preliminar, no dia 22 de abril o e persuádico já mencionado grupo <a href="http://myspace.com/chorodegafieira" target="_blank">Chorinho de Gafieira</a>, do qual participam dois peculiares chorões franceses, Thierry Moncheny e Sébastien Pacreau, comandou uma bela Roda de Choro em um boteco francês de cujo nome no momento não me lembro. Mas ora, assim como datas, nomes de bares parisienses importam pouco para um verdadeiro chorão.</p>
<p>Mas esperem… acabo de me lembrar… o tal bar se chamava l’Abri, na Rue de Ménilmontant, número 101, em Los Angelès (ué, mas não deveria ser em Paris? Ils sont fous ces gaulois!).</p>
<p>Com essas e com outras, Paris se consolida como um grande núcleo do Choro gaulês, impulsionado por uma horda de chorões franceses cujo único compromisso é tocar Choro pelo prazer de tocá-lo (como deveria ser sempre).</p>
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		<title>Choro na Manga participa da “Notte delle Chitarre”</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 07:42:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fabrizio e eu participamos da “Notte delle Chitarre” dia 09 de Abril. Trata-se de uma série promovida pelo Artintown (www.artintown.it). Em cada um dos dias (ou melhor, em cada uma das noites) se apresentam músicos cujos projetos envolvem o violão ou a guitarra. O duo Choro na Manga, pois, não poderia deixar de estar presente. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fabrizio e eu participamos da “Notte delle Chitarre” dia 09 de Abril. Trata-se de uma série promovida pelo Artintown (<a href="http://www.artintown.it/">www.artintown.it</a>). Em cada um dos dias (ou melhor, em cada uma das noites) se apresentam músicos cujos projetos envolvem o violão ou a guitarra. O duo Choro na Manga, pois, não poderia deixar de <span id="more-203"></span>estar presente. O Artintown fica na Via Berthollet 25, pertíssimo da estação Porta Nuova, em Torino.</p>
<div id="attachment_209" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img src="http://www.marcoruviaro.com/wp-content/uploads/2010/03/DSC09077.jpg" alt="Notte delle Chitarre com o Choro na Manga" title="Notte delle Chitarre com o Choro na Manga" class="size-full wp-image-209" /><p class="wp-caption-text">Notte delle Chitarre com o Choro na Manga</p></div>
<p>Para obter maiores informações sobre nossos concertos, não hesite em me contatar, +39 389.193.1335. Se no entanto você precisar de dinheiro emprestado, ou uma mãozinha para carregar móveis para fazer mudança, esse tipo de coisa, então é melhor você contatar o Fabrizio, +39 338.348.2288.</p>
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		<title>Concerto do Choro na Manga, Vinovo</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Mar 2010 14:34:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O inabalável duo Choro na Manga se apresentou no Auditório de Vinovo, uma modesta porém aconchegante cidade vizinha a Turim, em 25 de Março de 2010 (uma quinta-feira já primaveresca). No repertório, os antológicos arranjos do CD homônimo lançado em 2009, além de algumas novidades como por exemplo o recém-escrito “Choro pra Allegra”, choro composto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O inabalável duo Choro na Manga se apresentou no Auditório de Vinovo, uma modesta porém aconchegante cidade vizinha a Turim, em 25 de Março de 2010 (uma quinta-feira já primaveresca). No repertório, os antológicos arranjos do CD homônimo lançado em 2009, além de algumas novidades como por exemplo o recém-escrito<span id="more-98"></span> “Choro pra Allegra”, choro composto por mim e que teve sua estréia nos palcos nessa ocasião.</p>
<p>Fabrizio e eu trabalhamos arduamente; ensaios extensos e fatigantes permearam nossa rotina nas semanas que antecederam o dia 25.</p>
<div id="attachment_99" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img src="http://www.marcoruviaro.com/wp-content/uploads/2010/02/DSC01124.jpg" alt="Ensaios árduos são uma constante para o Choro na Manga" title="Ensaios árduos são uma constante para o Choro na Manga" class="size-full wp-image-99" /><p class="wp-caption-text">Ensaios árduos são uma constante para o Choro na Manga</p></div>
<p>Aproximadamente 160 pessoas assistiram ao concerto, cuja primeira parte coube à pianista Lilly Franzolin que executou a “Appassionata” de Beethoven, além de um Noturno e um Scherzo de Chopin (coincidência ou não, ambos em si bemol menor). Com o público já eufórico e aquecido, foi a vez de o Choro na Manga subir ao palco do Cinema Auditorium de Vinovo. Como é sólito, o público se divertiu com algumas palhaçadas que Fabrizio dizia entre uma música e outra, e assim foi até o final.</p>
<p>Final, aliás, que contou com a ilustre participação da Deborah, nossa pandeirista e conselheira para todas as ocasiões. Tocamos “Segura Ele” e “Noites Cariocas” em trio. A julgar pela reação do público, fizemos um bom trabalho. Todo mundo parecia estar saindo do auditório interessadíssimo no Choro, que costuma ser desconhecido da massa em geral, ainda mais quando se trata de cidadezinhas pequenas do interior piemontês.</p>
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		<title>Roberto Taufic, solo</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 16:34:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de um longo tempo de maturação, Roberto Taufic lançou em Março de 2010 seu primeiro CD solo. O Roberto é um músico excepcional que tive o prazer de conhecer logo que desembarquei cá por estes lados turineses. Ele toca, ouve, compõe, arranja, inventa, grava, diz, imagina, sugere, faz piadas. Dizem as más línguas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de um longo tempo de maturação, Roberto Taufic lançou em Março de 2010 seu primeiro CD solo. O Roberto é um músico excepcional que tive o prazer de conhecer logo que desembarquei cá por estes lados turineses. Ele toca, ouve, compõe, arranja, inventa, grava, diz, imagina, sugere, faz piadas<span id="more-150"></span>. Dizem as más línguas que ele só não é muito bom na hora de praticar <em>bungee jumping</em>, porém esta informação ainda carece de fontes confiáveis.</p>
<div id="attachment_151" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img src="http://www.marcoruviaro.com/wp-content/uploads/2010/03/capa_cd_roberto_taufic_eles_eu.jpg" alt="Disco do Roberto Taufic, “Eles &amp; Eu”" title="Disco do Roberto Taufic, “Eles &amp; Eu”" class="size-full wp-image-151" /><p class="wp-caption-text">Disco do Roberto Taufic, “Eles &#038; Eu”</p></div>
<p>O Roberto queria contemplar dois aspectos presentes na sua história com a Música: a obra de vários compositores que sempre o influenciaram, e a obra dele mesmo como compositor, reflexo de toda a sua trajetória musical. O projeto recebeu então o nome de “Eles &#038; Eu”. Muito coerente, pois uma coisa meio que se encaixa e se completa com a outra. São dois discos simples — ou um disco duplo complexo, como você preferir.</p>
<p>No disco “Eles”, constam músicas de autores como Chico, Tom, Monk e Metheny. Já no disco “Eu”, como talvez seja óbvio deduzir, constam as composições de Roberto, escritas nas mais variadas épocas ao longo de sua vida.</p>
<p>Eu tive o prazer de contribuir em uma modesta parte desse projeto do Roberto. Ele me pediu uma mão para fazer o projeto gráfico do CD, e claro que não pensei duas vezes. Na verdade, não pensei nem uma. Na verdade verdadeira, praticamente respondi sem pensar. Além do mais, pude dar-lhe mais uma modesta contribuição na hora de editar as partituras das suas peças solo, que se encontram em PDF no segundo disco (aquele intitulado “Eu”). Vários dias estudando as peças, revisando a digitação, diagramando, tomando um contato um pouco mais aprofundado com a linguagem violonística taufiquiana que, ainda que possa parecer misteriosa, é claríssima.</p>
<p>Não satisfeito, o Roberto me pediu ainda para dar mais uma mão, dessa vez para colocar no ar o seu novo site, <a href="http://www.robertotaufic.com" target="_blank">www.robertotaufic.com</a>. Quem esquadrinhou, bolou e desenhou a gráfica foi o <a href="http://www.myspace.com/pescassa" target="_blank">Pedro Scassa</a>. Como qualquer site em início, o do Roberto ainda está engatinhando, só com as informações principais, mas “piano, piano” todas as seções do site vão crescendo, tomando corpo, forma, alma, desenvolvendo a inteligência, criando sua própria personalidade… e num futuro próximo, por quê não?, talvez até aprendam a falar e andar sozinhas.</p>
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